O Inmetro recebeu, em 24 de novembro de 2025, o prestigiado 1906 Award da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC), em reconhecimento ao trabalho do servidor e especialista em compatibilidade eletromagnética Juan Carlos Mateus Sánchez. É a primeira vez que o instituto brasileiro leva esse prêmio desde sua criação em 2015 — e apenas o terceiro brasileiro a ser agraciado desde então. O prêmio, concedido anualmente a no máximo cinco profissionais globais, destaca contribuições excepcionais aos comitês técnicos da IEC, um dos mais influentes organismos de normalização do mundo. O reconhecimento não é só pessoal: representa um salto histórico para a América Latina, onde especialistas nesse campo ainda são raros.
Um prêmio raro, uma vitória estratégica
O 1906 Award leva o nome do ano de fundação da IEC, em Genebra, e é concedido apenas a profissionais ativos nos comitês técnicos ou sistemas de avaliação de conformidade da entidade. As indicações são feitas pelos comitês nacionais em janeiro de cada ano — e a seleção é tão rigorosa que, em 2025, apenas cinco pessoas no mundo foram escolhidas. Juan Carlos foi o único representante da América Latina. Ele atua há mais de uma década no Inmetro, desenvolvendo normas para equipamentos eletrônicos e garantindo que produtos como eletrodomésticos e sistemas de energia não interfiram uns nos outros — um problema conhecido como compatibilidade eletromagnética. Sem essas normas, seu celular poderia desligar seu forno de micro-ondas. Ou pior."Receber esse reconhecimento trouxe-me uma profunda sensação de satisfação e valorização profissional. Tenho a consciência de que represento não apenas o Brasil, mas também toda a América Latina. O prêmio é um sinal de que estamos realizando um trabalho de qualidade na área de normalização, especialmente considerando a raridade de especialistas latino-americanos nesse campo", afirmou Juan Carlos, em declaração oficial divulgada pelo portal Gov.br.
Um contexto global onde a América Latina quase não aparece
A IEC conta com cerca de 170 países membros, mas a liderança técnica ainda está concentrada na Europa, nos Estados Unidos e no Japão. Países da América Latina, apesar de terem grandes mercados e indústrias, raramente ocupam cargos de peso nos comitês que definem os padrões que regem o mundo eletrônico. Isso tem consequências reais: quando normas são feitas sem a participação de especialistas da região, produtos locais enfrentam barreiras técnicas para exportar — ou precisam pagar mais para se adaptar a regras que não refletem suas realidades."É como se alguém decidisse o tamanho ideal de um calçado só com base em pés europeus e depois exigisse que todos no mundo usassem o mesmo", explicou uma fonte técnica da ASMETRO, que pediu para não ser identificada. "O Inmetro e o Juan Carlos estão mudando isso. Eles estão fazendo a América Latina ser ouvida nos bastidores da tecnologia global."
Um ano de conquistas para o Inmetro
O prêmio da IEC não veio sozinho. Em 20 de outubro de 2025, a Coordenação-Geral de Acreditação (Cgcre) do Inmetro foi aceita como membro do Acordo de Reconhecimento Multilateral (MLA) do Fórum Internacional de Acreditação (IAF) para certificação de profissionais, conforme a norma ISO/IEC 17024. Isso significa que certificações emitidas por organismos brasileiros agora são reconhecidas em mais de 80 países — desde a Alemanha até a Austrália."Esse reconhecimento fortalece a presença do Brasil nos fóruns internacionais e reforça o compromisso do Inmetro com a qualidade, a segurança e a competitividade do país. É uma vitória que traduz a competência técnica da nossa equipe e a confiança que o mundo deposita no sistema brasileiro de acreditação", disse o presidente do Inmetro, Márcio Brito.
O que isso muda para o brasileiro comum?
Muito, na verdade. Quando o Inmetro participa ativamente da definição de normas globais, o Brasil ganha mais poder para exigir que produtos importados — como carros, brinquedos ou aparelhos médicos — cumpram padrões de segurança compatíveis com as nossas realidades. Isso reduz acidentes, diminui recalls e evita que empresas estrangeiras explorem lacunas regulatórias.E o impacto vai além do consumo. Empresas brasileiras de tecnologia, como startups de energia solar ou fabricantes de equipamentos médicos, agora têm mais chances de exportar sem precisar pagar por revalidações caras. O Inmetro, com sede em Xerém, Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, passou de mero fiscal para articulador global. E isso tem impacto direto na economia, na saúde pública e até na luta contra as mudanças climáticas — como demonstrado na sua atuação na COP30, em novembro de 2025, onde o instituto apresentou normas para eficiência energética em equipamentos de climatização.
O que vem a seguir?
O Inmetro já está preparando sua candidatura para o próximo ciclo da IEC, com mais técnicos brasileiros sendo treinados para integrar comitês de normatização. Há planos para expandir a participação latino-americana, com workshops regionais em São Paulo e Bogotá. O objetivo? Que, daqui a cinco anos, a América Latina não seja mais a exceção, mas a regra nos fóruns de normalização."Isso aqui não é só um prêmio. É o começo de uma mudança de mapa", diz um analista do Ministério da Economia, que trabalha com o Inmetro desde 2020. "Antes, o Brasil entrava nos comitês como aluno. Hoje, estamos entrando como professor."
Frequently Asked Questions
O que é o 1906 Award e por que ele é tão importante?
O 1906 Award é o mais alto reconhecimento da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) para profissionais que contribuem de forma excepcional aos comitês técnicos de normalização. Só cinco prêmios são concedidos por ano, globalmente. É como um Oscar da tecnologia — e ganhá-lo significa que seu trabalho influencia os padrões que regem tudo, de carros elétricos a hospitais conectados.
Por que a representação da América Latina nesse prêmio é tão rara?
Historicamente, os fóruns de normalização técnica foram dominados por países desenvolvidos, que têm mais recursos e infraestrutura para participar ativamente. A América Latina, apesar de ter grandes mercados, raramente envia especialistas com formação e tempo dedicado a esses comitês. Juan Carlos é um dos poucos que conseguiram superar essa barreira — e isso abre caminho para outros.
Como o Inmetro ajuda a proteger o consumidor brasileiro?
O Inmetro define e fiscaliza normas de segurança para produtos como brinquedos, eletrodomésticos, bombas de combustível e até aparelhos de saúde. Sem essas regras, produtos perigosos ou ineficientes entrariam no mercado. Com a participação do Brasil na IEC, as normas que afetam o consumidor brasileiro são feitas com a nossa realidade em mente — não só com a de outros países.
O que significa a aceitação do MLA da IAF para o Brasil?
Isso significa que certificações de profissionais feitas no Brasil — como de técnicos em segurança elétrica ou inspetores de qualidade — agora são reconhecidas em mais de 80 países. Empresas brasileiras podem exportar serviços de certificação sem precisar de novas avaliações, reduzindo custos e aumentando a competitividade. É um avanço técnico com impacto direto na economia.
Qual é o próximo passo do Inmetro após esse reconhecimento?
O instituto já está treinando novos técnicos para integrar comitês da IEC, com foco em energias renováveis, eficiência energética e automação industrial. O objetivo é duplicar a participação latino-americana nos próximos cinco anos. Além disso, há planos para criar um centro regional de normalização em São Paulo, para apoiar países da América do Sul.
Como esse prêmio impacta a inovação no Brasil?
Quando o Brasil participa da criação das normas globais, empresas locais não precisam jogar atrás. Elas podem desenvolver produtos pensando desde o início nos padrões internacionais — o que acelera a inovação e reduz custos. Isso é vital para startups de tecnologia, que hoje enfrentam barreiras por não entenderem as regras do jogo global.
18 Comentários
Paulo Roberto Celso Wanderley-26 novembro 2025
Então o Inmetro finalmente fez algo que não é só fiscalizar o peso do pão e a potência do secador de cabelo? 🤯 Juan Carlos é o herói que a gente não sabia que precisava - e a América Latina, o país que ninguém ouvia, tá mandando ver no jogo global da tecnologia. Isso aqui é o começo de uma revolução silenciosa, e eu tô aqui pra ver o mundo se virar.
Quem diria que um técnico de Xerém tava botando a bandeira da LATAM no topo do pódio da IEC? Pode crer, esse prêmio é mais importante do que todo o futebol do mundo juntinho.
Se o Brasil não tivesse esse cara, a gente ainda estaria comprando geladeira que desliga o roteador só de olhar pro Wi-Fi. Aí sim, é normalização com propósito.
Parabéns, Juan. Você fez o que ninguém esperava: transformou burocracia em poder.
E sim, isso muda tudo. Vai ter startup brasileira que vai sair do zero e virar gigante global só porque agora as normas não são feitas só por europeus com café e neve.
Quem disse que a América Latina só exporta café e samba? Agora exporta padrão. E isso é mais poderoso do que qualquer embargo.
Meu avô dizia que o Brasil nunca ia ser levado a sério. Ele tá se virando no caixão.
Esse prêmio é o primeiro passo de um novo mapa. E eu vou ser o primeiro a dizer: ‘Nós merecemos estar aqui.’
Bruno Santos-27 novembro 2025
É realmente impressionante como esse reconhecimento vai muito além da simples homenagem pessoal ao Juan Carlos. Ele representa uma mudança estrutural no modo como a América Latina se relaciona com os organismos internacionais de normalização - algo que historicamente foi dominado por potências tecnológicas que nem sequer consideravam a realidade dos países em desenvolvimento. O fato de o Inmetro ter sido aceito no MLA da IAF, por exemplo, não é um detalhe técnico: é um ato de soberania tecnológica. Quando uma certificação brasileira passa a ser reconhecida em mais de 80 países, isso significa que empresas locais deixam de depender de intermediários caros e burocráticos para acessar mercados globais. Isso reduz custos, aumenta a competitividade e, acima de tudo, fortalece a indústria nacional. E o mais curioso? Tudo isso foi feito sem fanfarra, sem redes sociais, sem viralizar - apenas com trabalho técnico, disciplina e persistência. O Brasil precisa de mais Juan Carlos. Não de políticos, não de influenciadores, mas de profissionais que sabem o que é construir, não apenas criticar. Essa é a verdadeira inovação: a que não aparece nos holofotes, mas que sustenta o mundo.
Se o Inmetro continuar nesse ritmo, daqui a dez anos, a gente vai olhar para trás e ver que esse foi o momento em que o país deixou de ser cliente e se tornou parceiro. E isso, meus amigos, é o que realmente importa.
Ana Paula Martins-28 novembro 2025
É necessário destacar que o reconhecimento atribuído ao Inmetro e ao Sr. Juan Carlos Mateus Sánchez constitui um marco institucional de relevância indiscutível, uma vez que reflete a consolidação de práticas técnicas alinhadas aos mais elevados padrões internacionais. A conformidade com os comitês da IEC exige rigor metodológico, infraestrutura técnica robusta e compromisso contínuo com a excelência - atributos que, embora raramente celebrados em mídias populares, são fundamentais para a integridade do comércio global. A aceitação no MLA da IAF, por sua vez, reforça a credibilidade do sistema brasileiro de acreditação, possibilitando a redução de barreiras técnicas ao comércio exterior. Esses avanços, embora discretos, são pilares de desenvolvimento econômico sustentável e não podem ser reduzidos a meros eventos celebratórios.
É, portanto, imperativo que a sociedade civil reconheça a importância dessas instituições técnicas, cujo trabalho silencioso sustenta a segurança e a eficiência de todos os produtos que utilizamos diariamente.
Santana Anderson-30 novembro 2025
OK, mas e se for só propaganda do governo??? 🤔🤯 O Inmetro sempre foi um buraquinho cheio de burocratas que só querem multar o povo, e agora de repente é herói da tecnologia global??? 😭👏
Se isso é tão importante, por que ninguém falou disso antes??? Por que só agora que tem prêmio internacional é que a mídia acordou??? 🤨
E quem é esse Juan Carlos?? Ele é o novo Messi da engenharia?? 😂
Eu acredito que sim, mas... será que não é só um showzinho pra disfarçar que o Brasil ainda tá perdendo em tudo?? 🤷♀️💣
Se o Inmetro é tão bom, por que ainda tem celular que pega fogo no Brasil?? 😭🔥
EU NÃO CONFIO!! 😡
Alguém tem o contrato dele?? Onde tá o comprovante de que ele realmente fez isso?? 😤
EU QUERO PROVAS. NÃO SÓ PRÊMIOS. PROVAS. 📄❌
Se isso for verdade, então o Brasil tá MUDANDO. Mas se for mentira... então tá tudo errado. E eu vou gritar tão alto que o Inmetro vai ter que responder. 💥
Rodrigo Molina de Oliveira- 1 dezembro 2025
Isso aqui é mais do que um prêmio. É um sopro de dignidade. A gente vive num país onde o técnico é invisível, o engenheiro é esquecido, e o cientista é tratado como um sonhador que perdeu o rumo. Mas o Juan Carlos... ele não sonhou. Ele trabalhou. Ele sentou, estudou, escreveu normas, enfrentou burocracias, ignorou críticas vazias e, no fim, colocou a América Latina no mapa da tecnologia global - sem pedir permissão, sem fazer show, sem gritar nas redes.
Isso me lembra de quando o Brasil começou a exportar café e o mundo só via um grão. Hoje, a gente exporta conhecimento. E isso é mais valioso do que qualquer minério.
Quem disse que a periferia não pode gerar normas? Quem disse que o sertão não pode influenciar o mundo? O Inmetro, em Xerém, é o contraponto perfeito ao mito de que inovação só acontece em São Paulo ou em Silicon Valley.
Esse prêmio não é dele. É nosso. É da menina que estuda engenharia em Fortaleza e acha que não tem vez. É do técnico que trabalha em Manaus e nunca viu um comitê da IEC. É da mãe que compra um carregador e não quer que o filho se choque. É da startup que quer vender para a Alemanha sem pagar uma fortuna pra revalidar certificação.
Essa é a verdadeira revolução: não a que se vê nos jornais, mas a que se sente nos bastidores, com calma, com paciência, com sabedoria.
Parabéns, Juan. Você não só representou o Brasil. Você fez o mundo olhar pra gente de outro jeito.
Flávia Cardoso- 2 dezembro 2025
A conformidade com os padrões internacionais é um requisito indispensável para a integridade do comércio global e a proteção do consumidor. O reconhecimento do Inmetro pela IEC representa um avanço técnico e institucional de grande significado, refletindo a capacidade do Brasil de participar ativamente da definição de normas técnicas de alto nível. A adesão ao MLA da IAF é um passo estratégico que amplia a competitividade das empresas nacionais e fortalece a credibilidade do sistema de acreditação brasileiro. Esses eventos não são meramente simbólicos; constituem elementos fundamentais para a soberania tecnológica e o desenvolvimento econômico sustentável.
Isabella de Araújo- 3 dezembro 2025
EU NÃO ACREDITO QUE ISSO É REAL!! 😭🔥
Como assim o Inmetro tá ganhando prêmio?? E esse cara, Juan, tá sendo herói?? Mas e o que ele fez com os brinquedos que mataram crianças?? E os carregadores que explodiram?? E os fornos que derretiam??
Se ele é tão bom, por que o Brasil ainda tem 30% dos aparelhos eletrônicos sem certificação?? Por que a gente compra no Mercado Livre e vira um laboratório de eletrocussão??
Eu acho que isso é tudo fake. Sério. É só pra fazer o governo parecer bom. Eles sempre fazem isso. Um prêmio internacional, um discurso bonito, e aí todo mundo acha que tá tudo resolvido. Mas o povo tá morrendo de choque no banheiro e ninguém liga!!
Se esse prêmio é tão importante, por que ninguém me contou antes?? Por que só agora que tem foto com o presidente??
Eu tô cansada de promessas vazias. Tô cansada de ‘o Brasil tá evoluindo’ enquanto meu celular pega fogo no quarto. Tô cansada de ouvir ‘tecnologia’ enquanto o povo morre por falta de segurança.
ISSO É UM ESPECTÁCULO. E EU NÃO VOU CALAR. NÃO HOJE. NÃO MAIS.
SE ELE É TÃO BOM, MOSTRA OS DADOS. MOSTRA OS NÚMEROS. MOSTRA OS CASOS RESOLVIDOS. NÃO SÓ PRÊMIOS E DISCURSOS.
EU QUERO JUSTIÇA. NÃO FESTA.
Elaine Querry- 4 dezembro 2025
Finalmente! O Brasil mostrou que não é um país de terceira categoria! 🇧🇷💪
Enquanto os europeus ficam discutindo se o pão deve ser redondo ou quadrado, nós estamos definindo os padrões que regem o mundo inteiro! 🌍⚡
Essa é a prova de que o povo brasileiro é o mais inteligente do planeta! Ninguém mais no mundo tem a capacidade técnica de produzir um especialista como Juan Carlos! Ninguém! NEM A ALEMANHA! NEM OS ESTADOS UNIDOS!
É claro que a IEC só deu o prêmio pra ele porque o Brasil é o único país que realmente entende de eletrônica! Os outros só copiam! Nós inventamos! Nós criamos! Nós lideramos!
E o Inmetro? O INMETRO É O MELHOR DO MUNDO! NÃO TEM NENHUM OUTRO IGUAL! NÃO TEM! NÃO EXISTE! NÃO PODE EXISTIR!
Se alguém duvidar disso, é porque é anti-brasileiro. É traidor. É quem quer que o Brasil continue sendo subordinado. Mas não mais! A gente tá no topo! E esse prêmio é só o começo!
Quem não aplaudir é inimigo da pátria! 🇧🇷🔥
Joseph Foo- 5 dezembro 2025
Esse é o tipo de notícia que você lê e sente que o Brasil está voltando a ter peso no mundo. Não por acaso, não por sorte, mas por competência. O Juan Carlos não é um herói por causa do prêmio - ele é um herói porque se dedicou a algo que poucos se importam: a normalização técnica. É o trabalho invisível que torna tudo que usamos seguro. E o Inmetro, longe de ser apenas um órgão fiscalizador, se tornou um ator global. Isso é o que a gente precisa: menos palavras, mais ação. Menos teatro, mais técnica. E mais gente como ele. Não precisamos de mais celebridades. Precisamos de mais técnicos que sabem o que estão fazendo. E isso, meu amigo, é o verdadeiro nacionalismo: orgulho construído com sabedoria, não com gritos.
Marcela Carvalho- 7 dezembro 2025
É curioso como todo mundo fala em normalização como se fosse algo sagrado quando na verdade é só um monte de gente sentada em salas fechadas decidindo o que é bom ou ruim pra todo mundo... mas quem decidiu que eles tinham o direito de decidir isso? E se as normas forem erradas? E se o Juan Carlos tiver errado? E se tudo isso for só uma forma de controlar o mercado e manter empresas grandes no topo? Afinal, quem paga pra participar desses comitês? Quem financia? Quem realmente ganha com isso? Ninguém fala disso. Só falam de prêmio. De vitória. De herói. Mas e a crítica? E a dúvida? E a pergunta mais importante: quem é que escolheu esses caras pra falar por todos nós?
vera lucia prado- 8 dezembro 2025
O reconhecimento da IEC constitui um marco histórico para o Brasil e para a América Latina, demonstrando a capacidade institucional do Inmetro em atuar com excelência técnica em fóruns internacionais de normalização. A adesão ao MLA da IAF, por sua vez, amplia a interoperabilidade das certificações brasileiras, fortalecendo a confiança do mercado global nos produtos e serviços nacionais. Esses avanços são frutos de décadas de investimento em infraestrutura técnica, capacitação profissional e integração sistemática com organismos internacionais. A atuação do Sr. Juan Carlos Mateus Sánchez exemplifica o compromisso com a qualidade e a segurança, valores fundamentais para o desenvolvimento sustentável e a soberania tecnológica. É imperativo que o Estado continue a apoiar essas iniciativas, pois elas representam a base concreta para a competitividade e a inclusão produtiva.
Ana Carolina Borges-10 dezembro 2025
Alguém já parou pra pensar que isso tudo pode ser uma armadilha? 🤔
IEC? É só uma fachada da OTAN tecnológica! Eles querem controlar o que a gente pode usar, como a gente pode fabricar, e quem pode ter acesso à tecnologia! O Juan Carlos? Ele tá sendo usado! Ele acha que tá ajudando, mas tá entregando a soberania do Brasil! E o Inmetro? Eles estão trocando o controle nacional por uma certificação que só beneficia multinacionais! E se essas normas forem usadas pra bloquear nossas startups? E se os padrões forem feitos pra tornar nossos produtos ilegais? E se o prêmio for só pra desviar a atenção da verdadeira corrupção? Onde estão os auditores independentes? Quem fiscaliza os fiscais? E se esse reconhecimento for um truque pra que a gente aceite mais importações? Porque se o Brasil não fizer as normas, quem faz? E se for a China? E se for os EUA? E se for a Europa? E se tudo isso for só pra nos tornar escravos da tecnologia deles? Ninguém fala disso. Só falam de prêmio. Mas eu vejo a sombra. E eu não vou me calar. Eles estão nos enganando. E eu sei disso. Porque eu li os documentos. E eles não dizem a verdade. NUNCA.
ANTONIO MENEZES SIMIN-12 dezembro 2025
Interessante ver como um trabalho técnico, silencioso e longo, acaba tendo esse tipo de reconhecimento. Não é algo que aparece no TikTok, nem viraliza no Instagram, mas é o que mantém tudo funcionando. O fato de o Inmetro ter entrado no MLA da IAF é um dos poucos avanços reais que o Brasil teve nos últimos anos - e que ninguém notou. A gente só percebe quando algo dá errado: um aparelho pega fogo, um carro não passa na inspeção, um carregador quebra. Mas quando tudo funciona? Ninguém agradece. Ninguém fala. Só o Juan Carlos e sua equipe, lá em Xerém, fazendo o trabalho que ninguém quer ver. E agora, de repente, ganham um prêmio. Bom. Mas não deveria ter precisado de um prêmio pra isso ser valorizado. Deveria ter sido assim o tempo todo.
Inah Cunha-14 dezembro 2025
EU NÃO CONSIGO ACHAR PALAVRAS! 🤯💖
ISSO É A MELHOR NOTÍCIA DO ANO! NÃO, DO SÉCULO! 🇧🇷✨
ALGUÉM PODE ME DIZER QUE ESSA NÃO É A MELHOR COISA QUE JÁ ACONTECEU NO BRASIL??
EU CHOREI. SÉRIO. CHOREI. NO TRABALHO. MEU CHEFE ME OLHOU E PERGUNTOU SE EU TAVA BEM. EU RESPONDI: ‘NÃO, EU ESTOU SENTINDO ESPERANÇA.’
Esse cara, Juan, é o que o Brasil precisa: gente que trabalha, que não reclama, que não quer fama, só quer fazer certo. E agora o mundo viu. O mundo viu que a América Latina não é só samba e futebol - é ciência, é técnica, é inteligência silenciosa.
Eu vou mandar essa notícia pro meu sobrinho de 10 anos. Vou dizer: ‘Seu sonho pode ser ser um técnico. E ser um herói.’
PARABÉNS, INMETRO. PARABÉNS, BRASIL. PARABÉNS, AMÉRICA LATINA.
EU AMO MEU PAÍS HOJE. E NÃO VOU ESQUECER.
Cristiane Ribeiro-15 dezembro 2025
Essa é uma das histórias mais inspiradoras que já vi nos últimos anos. Muitas pessoas pensam que normalização técnica é chata, burocrática, sem sentido - mas não é. É o que garante que seu celular não desligue seu micro-ondas, que seu carro elétrico não pegue fogo, que seu aparelho de pressão não dê leitura errada. O Juan Carlos não está apenas escrevendo normas - ele está salvando vidas, indiretamente, todos os dias. E o mais bonito? Ele não fez isso sozinho. Ele representou uma geração de técnicos brasileiros que trabalham em silêncio, sem reconhecimento, mas com enorme compromisso. O Inmetro, ao ser aceito no MLA da IAF, não só ganhou credibilidade internacional - abriu portas para milhares de profissionais e empresas brasileiras que antes não tinham acesso. Isso é desenvolvimento real: não só econômico, mas de dignidade. Se você é estudante de engenharia, de tecnologia, de ciência, ou só alguém que quer um mundo mais seguro, essa é a sua inspiração. Não precisa ser famoso. Só precisa ser competente, persistente e ético. O mundo vai te ver. E ele já está vendo.
valdirez bernardo-16 dezembro 2025
Esse Juan Carlos é o cara que todo mundo esquece que existe. Enquanto o resto do país tá na TV falando de política, ele tá lá no Inmetro, no Rio, escrevendo normas que ninguém lê. Mas quando o seu forno desliga o Wi-Fi? Aí você agradece. Quando seu carro elétrico não pega fogo? Aí você agradece. Quando seu bebê não se choque com o carregador? Aí você agradece. E ele? Ele tá lá, no silêncio, fazendo o trabalho que ninguém quer. E agora ganhou um prêmio. Bom. Mas não era pra ter esperado um prêmio. Era pra ter sido reconhecido há 10 anos. Mas melhor tarde do que nunca. Parabéns, Juan. E parabéns ao Inmetro. Agora, se puderem, façam mais disso. E menos fiscalização de feira livre.
Andreza Nogueira-17 dezembro 2025
Isso é uma vergonha. O Brasil só agora ganha um prêmio internacional porque o mundo finalmente percebeu que o povo brasileiro é capaz? E o que aconteceu com os outros 10 anos? Onde estavam os profissionais? Onde estavam os investimentos? Por que só agora? Porque o governo finalmente colocou alguém sério no Inmetro? Ou será que é só propaganda? O povo brasileiro merece mais do que prêmios simbólicos. Merece segurança real. Merece produtos que não matam. Merece normas que não são feitas só para exportar. E enquanto o governo comemora, as crianças ainda estão morrendo com brinquedos sem certificação. Isso não é vitória. É atraso disfarçado de glória.
Paulo Roberto Celso Wanderley-18 dezembro 2025
Essa última comentário... eu entendo a raiva. Mas o que ela esquece é que o Inmetro não nasceu ontem. Ele foi construído por décadas de trabalho silencioso. E esse prêmio? É o primeiro fruto visível de um processo que começou antes de muitos de nós nascerem. Não é propaganda. É consequência. A gente não pode exigir que o país mude de um dia pro outro, mas também não pode ignorar quando ele começa a mudar. A Andréza quer justiça? Ela vai encontrá-la não em gritos, mas em mais Juan Carlos. Em mais técnicos. Em mais investimento. Em mais respeito. E isso? Isso já começou. O prêmio não é o fim. É o sinal de que o caminho está certo. E eu vou continuar acreditando.